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TENSÃO PRÉ-MENSTRUAL (TPM)... ...ELE QUER SER SEU FILHO ... MAS VOCÊ NÃO DEIXA A Tensão Pré-Menstrual é um grave problema que ataca as mulheres desde tempos remotos, por se tratar de um compromisso espiritual assumido que não está sendo cumprido. Nos tempos atuais, graças ao desvio da vida natural, com seus alimentos enlatados, poluição do ar, intensa vida noturna, moradias amontoadas e, principalmente, uma vasta tecnologia médica e farmacêutica de contraceptivos, esta síndrome tem se multiplicado expressivamente. Todo esse sistema de “civilização”, parece contribuir para que a mulher tenha uma vida mais dinâmica e autônoma; indicadores de competitividade e eficiência para a sociedade e o Estado. Mas, para o mundo espiritual, poderíamos dizer, sem sombra de dúvidas, que estamos diante de um gravíssimo problema, de repercussão na ordem cósmica do plano reencarnatório no planeta Terra. A vida antigamente era mais simples. As mulheres ficavam em casa cuidando dos filhos; tinham tempo para isto. Os métodos contraceptivos não eram tão eficientes como hoje e a família, que é o melhor meio ambiente de aprimoramento da alma, tornava-se cada vez maior. Ou seja, as almas afins, que aguardavam a oportunidade para reencarnar, não tinham esta possibilidade impedida. As mulheres alimentavam suas almas com o bom propósito de serem mães e terem vários filhos. E essas almas esperançosas, ficavam felizes e contribuíam com a ordem cósmica, enquanto aguardavam o momento de reencarnar. Desta forma, as mulheres não tinham TPM, porque não havia tensão no plano espiritual. Para os meios médicos, a TPM é um transtorno que ocorre na mulher 10 a 14 dias antes do início do período menstrual e que, progressivamente, ao longo dos dias até a data da menstruação, vai se agravando, podendo se estender por vários dias após seu início. Seus sintomas mais clássicos são: irritabilidade, oscilações do humor, dor de cabeça, inchaço, prisão de ventre, cólica, tontura, depressão, ansiedade, compulsão. Ela afeta mulheres de 20 a 50 anos, com uma tendência mais forte entre as que têm de 30 a 40 anos, além de significativo estresse emocional, pouca tolerância as pílulas anticoncepcionais, não fazem exercícios, são casadas, têm filhos e vivenciou uma gravidez complicada por toxemia. Mas, para o mundo espiritual, a mulher sofre de TPM quando, num nível de consciência mais profunda, antes de reencarnar, assumiu o compromisso de ser canal de passagem para novas reencarnações e agora, com sua consciência limitada pela vida material, desiste e, por medo, não quer mais ter filhos. Na reencarnação, ou seja, no momento em que o óvulo (manifestante da energia da mãe) é fecundado pelo espermatozóide (manifestante da energia do pai), o código genético é programado pelo campo de intencionalidade da alma (a terceira pessoa do princípio trino de Deus) a partir do dharma e do karma que a compete, conforme seu livre arbítrio. Se escolheu que nesta existência vivenciará o aprendizado de ser mãe para um determinado número de almas reencarnantes, isto ficará registrado em seu corpo físico e sutil. Consequentemente, no período que a mulher está ovulando e que seus hormônios estão em máxima atividade, uma química sutil acontece. Esta química prepara seu corpo energético (onde se encontram os chakras ) para receber o seu novo hóspede transmigrado, que viverá neste ambiente por nove meses. Esta alma é recebida por uma porta localizada no baixo ventre ( chakra genésico ou sexual). Em sânscrito chama-se svadhisthana , que significa “suporte do sopro da vida”. Se o óvulo tem possibilidades de ser fecundado por um espermatozóide oportunista, neste momento a alma reencarnante pede carona e se hospeda na mãe. Portanto, a ordem cósmica se estabelece. Caso contrário, isto é, se não há fecundação, então uma forte tensão se produz entre a mulher e a alma que a rodeia. Pois, a alma quer reencarnar, está no seu momento astrológico para que se mantenha a ordem cósmica, mas a mulher, sua futura mãe, não deixa. Há uma frustração dos corpos físico e sutil, porque todo ele se preparou para tal acontecimento que não se realizou. Esses corpos tornam-se ansiosos e depois se deprimem, acompanhados de uma série de disfunções físicas. O Ser Essencial não entende a negação à maternidade e, desta forma, se estabelece uma enorme crise entre o Eu Superior (a Essência) e o eu inferior (a persona). A mulher fica irritada, seu humor oscila, tem dores de cabeça, prisão de ventre, rouquidão, etc. Este conflito faz com que ela se afaste de seu parceiro, repugnando-o e condenando-o. Tudo que quer é ficar sozinha e se sentir protegida. Ela sabe que na época da ovulação seus hormônios a deixam mais atraente e feminina. Um misto de desejo e repulsa a atordoa O parceiro, que ela tanto deseja, simboliza a ameaça a sua escolha de não engravidar e, por isso, toma todas as precauções. Mas, dias depois, quando o óvulo não fecundado se degenerou, um sentimento de frustração, nem sempre identificado, a afeta. Daí, vem a necessidade de sentir-se protegida e, se o parceiro não entende o seu momento, ela o afasta e prefere ficar sozinha. Ao nível espiritual, ela sofre intensos assédios por parte da alma reencarnante, principalmente se esta não estiver num nível evolutivo satisfatório. Devido ao assédio, acomete-se de fortes dores nas costas, enxaquecas, alergias, urticárias, asma, rinite entre outros sintomas. Por outro lado, almas oportunistas desencarnadas podem obsediá-la e vampirizá-la, já que seu chakra sexual acha-se vulnerável e aberto, causando desmaios, tonturas, inchaço abdominal e nas articulações. Existem diversos tratamentos no campo holístico, como reiki, cura prânica, yoga , exercícios, cromoterapia e outros, que auxiliam muito para amenizar a TPM, porque trabalham em seu corpo sutil criando uma proteção em seus chakras , mas a melhor forma de neutralizar a TPM é a tomada de consciência das intenções assumidas antes de reencarnar e, portanto, assumi-las engravidando ou desenvolver um trabalho de uma série de meditações que vão, aos poucos, transmutando e redirecionando o karma contido em seu campo de intencionalidade. O mundo encontra-se num momento de transformações em todos os campos da vida. Parece que o planeta se prepara para uma grande mudança. Vivemos, assim, uma crise coletiva – valores, conceitos, crenças, afetos, deveres e direitos estão mudando; invertidos, transfigurados ou travestidos ou ainda sei lá como mais. Milhares de almas tentam reencarnar para que, aproveitando esta fase, cumpram o seu karma e acompanhem a mudança planetária. A cada nova gravidez, novas possibilidades de fazer o planeta evoluir e se transformar são abertas. Isto faz com que a inevitável crise se acelere e logo acabe. Mas, tudo indica, que nós, componentes de uma sociedade egóica, não queremos ter mais de um filho! Parece que preferimos empurrar a crise para a geração de nossos netos ou, quem sabe, nossos bisnetos. Coragem para abrir as portas da reencarnação é o que o mundo espiritual nos pede. Mulheres, vocês são a Luz do Mundo. Acordem! OM SHANTI PREMA OM NARADADr. Roberto Nogueira Fisioterapeuta, Terapeuta dos Campos Sutis e Prof. de Yoga
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