CAIXA ORGÔNICA E A ENERGIA DA VIDA

Há, pelo menos, 4.000 anos que o ser humano conhece esta energia: a energia orgônica ou vital. Os hindus a chamam de “prana” e dizem que esta energia, além de estar no ar e nos alimentos, ela se acumula e circula em nosso corpo. Os chineses descobriram-na condensadas em centenas de pequeninos pontos espalhados pelo corpo – os pontos de acupuntura – e deram-lhe o nome de “chi”. Os Kahunas, magos da Polinésia, denominaram-na de “maná” ao desenvolver suas práticas na natureza. Na Grécia Antiga, Pitágoras a chamava de “Pneuma” e mais tarde, Hahneman a chamaria de “força vital”.

Mas, foi Wilhelm Reich, psiquiatra austríaco da primeira metade do século passado, quem a pesquisou cientificamente e inventou aparelhos que medem e acumulam esta energia, nomeada por ele de “orgone”. Daí o nome de energia orgônica. Numa definição mais formal, poderíamos dizer que ela é a energia cósmica primordial, presente universalmente; demonstrada visível, térmica, eletroscopicamente e pelo contador Geiger-Müller. É a energia biológica nos seres vivos.

Um dos inventos de Reich foi a Caixa Orgônica. Ela tem a forma cúbica e é constituída de três camadas: a externa, que é composta de uma placa de madeira; a interna, feita de uma placa de ferro galvanizado ou outro metal; e a intermediária, formada de algodão vegetal em rama.

Potente acumulador de energia, a Caixa Orgônica concentra aproximadamente de 3 a 5 vezes mais energia orgônica em seu interior, porque na camada externa está a madeira, matéria orgânica que capta energia mas a cede ao algodão na camada intermediária, cuja função é fazer perfeito contato entre a madeira e o ferro na camada interna. Este, sendo bom condutor e mau armazenador de energia, rejeita-a para o interior da caixa que está com potencial inferior. Este fluxo só se interrompe quando o potencial de captação energética da matéria orgânica utilizada (madeira e algodão) se iguala ao potencial acumulado no interior da Caixa. Neste momento, o seu interior contém de três a cinco vezes o nível de energia do ar.

Com o uso diário da Caixa de 30 a 40 minutos, elevamos nosso potencial energético. Desta forma, ficamos imunes aos microorganismos, além do que a nossa reprodução celular, que promove a renovação dos órgãos e tecidos, também será melhor.

Hoje em dia, a vida na cidade é tensa, sobressaltada e insegura; o ar é poluído e a alimentação tem um teor energético menor do que na roça, onde estamos em contato constante com a natureza e o produto é fresco. Os agrotóxicos e outras substâncias nocivas ao nosso organismo, contidas nos alimentos, geram muita energia orgônica prejudicial, classificada por Reich como energia DOR. Tudo isto dificulta a energização do indivíduo e propicia o aparecimento de doenças como a hipertensão, a depressão, a neurose e a ansiedade. Daí a importância da Caixa Orgônica, que é um acumulador de energia vital.

Podemos ainda, utilizar a Caixa Orgônica associados a outros recursos como as pirâmides, cristais, mosaicos e outros captadores de energia orgônica. Conseguimos elevar o potencial da Caixa Orgônica acoplando esses recursos: coloca-se a Caixa no interior da pirâmide, espalha-se diversos cristais em torno e um mosaico embaixo, obtendo-se curas mais rápidas.

Mas, deve-se também ter cuidado para não se fazer um uso excessivo, pois pode causar agitação, taquicardia, dispnéia ou irritabilidade. Deve-se lembrar de que nosso corpo e, principalmente, nosso sistema nervoso tem um bom funcionamento quando seu nível energético encontra-se dentro de uma faixa ideal. Quando a energia está abaixo desta faixa, tornamo-nos cansados e entorpecidos. Quando está acima, ficamos extremamente reativos e ofegantes. Portanto, é bom ser prudente com a Caixa Orgônica.

OM SHANTI PREMA OM

NARADA

Dr. Roberto Nogueira

Fisioterapeuta, Terapeuta dos Campos Sutis e Prof. de Yoga